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Na engenharia e na arquitetura, a construção é a execução do projeto previamente elaborado, seja de uma edificação ou de uma obra de arte, que são obras de maior porte destinadas a infraestrutura como pontes, viadutos ou túneis. É a execução de todas as etapas do projeto da fundação ao acabamento, consistindo em construir o que consta em projeto, respeitando as técnicas construtivas e as normas técnicas vigentes.

No Brasil, o termo reforma é o mais utilizado quando se trata de fazer alguma ampliação, inovação, ou restauração, ou apenas uma pintura, ou a troca de um piso cerâmico de um imóvel, seja comercial, industrial ou residencial. Os termos construção e obratambém são utilizados.

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Pedreiro é o profissional que constrói ou reveste muros, paredes, escadas, vigas, lajes, tectos, telhados, chaminés, etc., em edifícios, infraestruturas de saneamento e outras obras de construção geralmente orientado pelo engenheiro ouMestre de obras,[1] utilizando materiais tais como a rocha ou pedra, o tijolo, a telha, o mosaico e o azulejo, o adobe, ocimento, a argamassa, a cal, o gesso e o betão e como ferramentas o escopro (ou cinzel) e o martelo, a picareta, a colher de pedreiro, a trolha, as réguas e esquadros, o compasso, o fio de prumo (ou prumo) e o nível de bolha (ou nível), entre outras.

Atendemos em regiões como: São Paulo, Grande São Paulo, Morumbi, Vila Andrade, Taboão da Serra, Vila Sônia, Embu das Artes, entre outras!

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Em obra, em geral, não há um limite exato para o termo acabamento. Para alguns, a aplicação dos revestimentos em uma casa já é uma etapa de acabamento. Para outros, pode ser considerada uma etapa básica, apesar de o produto, por exemplo, azulejo ou porcelanato ser nominalmente, produto de acabamento, ou peça de acabamento.

Com a SuperObra.com.br você conta com profissionais que instalam todo o tipo de acabamento, instalação de porcelanatos de todos os tamanhos, pastilhas de vidro, grafiatos, cerâmicas de todos os tamanhos, revestimentos, pedras naturais e cimentíceas, etc.

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Escolher o piso ideal para você requer certos conhecimentos, o guia abaixo vai te explicar tudo para não errar na hora de comprar o piso certo fazer bonito!

NA HORA DA COMPRA FIQUE ATENTO:

– Qual a diferença entre porcelana e porcelanato?

A cerâmica tradicional é composta de uma mistura de argilas que passa pelos processos de prensagem ou de extrusão e é queimada a até 1 150 0 C. Depois da prensa, as placas são secas e podem receber esmalte (decoração). Se elas forem extrudadas a vácuo, retira-se o excesso de umidade da massa, facilitando a criação de formas diferenciadas. Já o porcelanato tem materiais mais nobres (como o feldspato), queimados a temperaturas superiores a 1 200 0 C. Ele é tecnicamente superior, pois oferece elevada resistência mecânica, química e baixa porosidade (menos suscetível a manchas).

 

– Que tipos de porcelanato existem?

O técnico (com superfície polida ou natural) tem absorção de água menor ou igual a 0,1%. No esmaltado, esse índice é menor ou igual a 0,5%. Quanto mais baixo for o número, menor a porosidade e maior a resistência mecânica e à abrasão. Esse é o caso dos técnicos, divididos em dois grupos. “Nos semipolidos, ou acetinados, o processo não chega ao polimento completo, portanto não há brilho”, explica Lilian Lima Dias, do Centro Cerâmico do Brasil (CCB). Já os polidos trazem um brilho que oferece a sensação de amplitude, mas são mais escorregadios. Esse tipo tem maior suscetibilidade a manchas se comparado aos anteriores. “Em sua superfície pode existir microporosidade, que surge pela ação do polimento”, diz Eduardo Quinteiro, do CCB. Se a ideia for comprar uma peça rústica, tanto os técnicos quanto os esmaltados dispõem desse acabamento. “Ele oferece maior resistência ao escorregamento, mas dificulta a limpeza”, alerta Ana Paula Menegazzo, do CCB.

 

– O que usar em cozinhas e banheiros?

Primeiro, é preciso saber o significado de coeficiente de atrito (marcado na embalagem), que mede a resistência ao escorregamento. Quanto maior ele for, mais rugoso é o revestimento. Em locais internos sujeitos ao contato com água, a norma brasileira recomenda coeficiente de atrito igual ou maior que 0,4. Em áreas externas molhadas com rampa, prefira cerâmicas com coeficiente de atrito superior a 0,8.

 

– Como eleger uma peça durável?

Para que cerâmicas ou porcelanatos sejam duráveis, a escolha tem de ser adequada às solicitações de uso do local. “A especificação correta está relacionada a propriedades como absorção de água, resistência a cargas, entre outras”, esclarece Ana Paula, do CCB. Associa-se erroneamente a qualidade do produto com a resistência à abrasão do esmalte (PEI). “Ele não garante a durabilidade da peça, mas pode ser um recurso para a especificação correta com relação ao tráfego de pessoas”, diz ela. Em salas e cozinhas de alto tráfego, eleja PEI igual ou maior que 4. Num banheiro, com trânsito baixo de pessoas, basta PEI igual ou maior que 2.

 

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